terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Uma terça de tarde.


É difícil se expressar o que se sente, principalmente quando não se sabe ao certo o que se sente.
Escrever por você eu até consigo, falar olhando nos olhos ainda não.
Não sei se um dia conseguirei.
Me pego em devaneios, mas nem sei se te verei de novo.
A bolha em que passamos essas tardes semanais logo explodirá.
Com um estalo simples.
 E talvez jamais saibas o que sinto, penso e quero.
O arco-íris de seu sorriso se esvai.
E sempre lembro que valeu apena. 

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