O homem inventou a máquina do tempo quando permitiu se apaixonar.
Passamos a contar não mais os dias, messes ou anos. Mas agora contamos o tempo em sorrisos e suspiros daqueles que amamos. Medimos a intensidade do tempo, não mais a quantidade. O amor não mexe apenas com seus sentimentos, mas também com sua noção de tempo-espaço, com sua noção de mundo. O amor tem aquela coisa de: "Parece que foi ontem que nos conhecemos", mas também tem muito de: "Parece que estamos juntos a muito tempo", que os bons tempos traga você para perto de mim.
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