Deixa pra lá, vamos adiando, empurrando com a barriga, o bom e velho: “Um dia marcamos.” Mas sabendo, bem no fundo, que é melhor não marcar. E bem no fundo é medo, aquele medo de te conhecer de verdade, e então, deixar de te admirar. Então, deixa pra lá. Admiramo-nos de longe. À distância do amor perfeito.
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